

O Problema com o Hidrojateamentoda
O hidrojateamento e outros métodos mecânicos de limpeza são o padrão global para a limpeza de trocadores de calor há quase um século. Está na hora de mudar.
4 Problemas em Cascata

Baixo Desempenho

Risco de Cronograma
Uma limpeza deficiente compromete a eficiência operacional. Os trocadores de calor jamais recuperam a capacidade de projeto, obrigando a unidade industrial a operar sob maior esforço, com custos elevados e consumo energético superior.

Os atrasos em paradas programadas geram milhões em perda de produção. Quando a limpeza extrapola o cronograma previsto, cada hora adicional se multiplica em cascata por toda a operação.

Impacto Ambiental
Risco de Segurança

Mais de 3,8 milhões de litros por trocador. Volume massivo de tratamento de efluentes. Perda energética significativa. O pátio de lavagem da sua refinaria configura um passivo de sustentabilidade.
Equipamentos de alta pressão. Manuseio de feixes tubulares pesados. Profissionais expostos a jatos perigosos. A cada parada programada, seus colaboradores enfrentam riscos severos.

"Como nunca antes, o desempenho da limpeza é determinante para a redução de custos e o aumento da lucratividade." De acordo com Dan Coombs, ex-vice-presidente executivo de manufatura global da LyondellBasell e membro do nosso conselho consultivo: "Uma refinaria ou planta química depende de três fenômenos fundamentais de transporte: transferência de momento, transferência de massa e transferência de calor. A falha na transferência de momento ou de massa manifesta-se de forma imediata, por meio de perturbações operacionais que exigem parada emergencial da planta e reparos. A falha na transferência de calor, por sua vez, é um processo insidioso que se desenvolve lentamente ao longo do tempo, subtraindo eficiência e lucratividade da operação de maneira quase imperceptível. Historicamente, para os trocadores de calor mais severamente incrustados, a possibilidade de resultados de limpeza ideais simplesmente não existia; o foco da manutenção limitava-se a alcançar o melhor resultado possível dentro da janela de tempo disponível. Até o presente momento, a limpeza de trocadores de calor era realizada predominantemente durante paradas programadas, na janela de tempo residual entre a desmontagem e a remontagem do equipamento. Até o presente momento, a eficácia da limpeza era amplamente negligenciada como indicador-chave de desempenho nos pátios de lavagem, bem como como fator determinante na seleção de trabalhos baseada em risco (Risk Based Work Selection)."

Método Antigo e um Segredo Suja.
A limpeza por jato de alta pressão (hydroblasting) consolidou-se como o método padrão nos pátios de lavagem (washpads) ao longo de quase um século, simplesmente por ser, até então, a melhor alternativa disponível no mercado.
Contudo, o hydroblasting esconde um "segredo sujo". Mesmo após dias de operação contínua, o método jamais consegue restaurar trocadores de calor de grande porte, intensamente incrustados, a 100% de sua performance de projeto. Resíduos endurecidos, incrustações carbonizadas e depósitos em zonas de difícil acesso permanecem inatingíveis mesmo pelos jatos de alta pressão.
A cada parada programada (turnaround), essas limitações geram incertezas operacionais que se traduzem em perdas financeiras diretas, atrasos críticos na retomada da produção, eficiência térmica comprometida ao longo do ciclo operacional seguinte, além de elevar exponencialmente os riscos à segurança dos trabalhadores e o impacto ambiental da operação.

Impactos Ambientais
O pátio de lavagem tradicional por jato de alta pressão (hydroblasting) é intensivo em consumo de água e emissões de carbono, operando grandes bombas diesel ininterruptamente durante toda a duração da parada programada.
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Um pátio de lavagem de porte médio, totalmente equipado para uma parada de três semanas, pode emitir entre 500 e 1.000 toneladas de gases de efeito estufa e gerar mais de 5 milhões de galões de efluentes.
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Isso equivale a mais de 2 milhões de milhas percorridas por uma caminhonete típica e água potável suficiente para 200 pessoas durante um ano.
Colocar um trocador de calor novamente em operação com desempenho inferior a 100% do nível de projeto agrega custos operacionais e resulta em emissões mais elevadas. Um CPHT limpo apenas até 75% de sua eficiência emitirá 10% a 15% mais CO₂ durante o processo de refino, acrescentando centenas de milhares de toneladas de emissões anuais a uma refinaria de porte médio.


Trabalho de Alto Risco, por Concepção
O pátio de lavagem por jato de alta pressão (hydroblasting) constitui um ambiente de risco elevado, onde acidentes com trabalhadores e danos aos equipamentos são ocorrências frequentes.
A combinação de piso molhado e escorregadio, esforço físico exaustivo, jornadas prolongadas, risco de lesão por jato de água em alta pressão em caso de falha ou acidente, EPIs volumosos, ruído excessivo, elevação de equipamentos pesados e abundantes riscos de tropeço torna esse ambiente perigoso para qualquer profissional.